Há em mim coisas indizíveis e inexplicáveis, mas não apenas a mim, a toda a humanidade.
Há em mim, assim como em tantos e tantos, vestígios de que vivo,
Há em mim a convicção vil de que existo e de que vivo, e de que inundo-me em mim,
porque sinto
Luisa, 14 anos.